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10 gatos fofos e lindos que vão te fazer derreter

1- Uma verdadeira bolinha de pelo



2- Duas fofuras se lambendo <3



3- Olhos lindos, com pelos lindos



 4- Lindos olhos, parece até montagem (deve ser), mas continua lindo >.<



5- Fofinho!!



6- Filhotinho recém-nascido (vesguinho), muito fofoo



7- Branco de olhos azuis °-°



8- Orelhinhas abaixadas, carinha de coitado, ownnt que fofo



9- Os gêmeos das rodas



10- Outro filhotinho vesgo, muito fofo


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Sereias Existem?

Sereias Existem?

As sereias são seres descritos minuciosamente em relatos, livros e filmes, mas será que elas existem ou existiram em um passado remoto?

Uma das teorias é a Hipótese do Macaco Aquático: ancestrais mais ou menos próximos dos humanos teriam adotado, durante um certo período, um estilo de vida semiaquático na costa africana, seja pela necessidade de buscar alimento na água ou de defender-se de predadores.

De qualquer modo, esse fato pode ter influenciado sua evolução, gerando uma subespécie anfíbia, enquanto outros hominídeos mantiveram uma existência puramente terrestre.

Embora tenha sido abandonada ao longo dos anos, ao menos três estudiosos – Max Westenhofer, ideólogo, Sir Alister Hardy, biólogo marinho, e Elaine Morgan, escritora feminista – se dedicaram a desenvolver essa teoria.

Há múltiplas explicações que justificam a Hipótese do Macaco Aquático, entre elas:

1. O fato de sermos os únicos primatas que não tem o corpo totalmente recoberto por pelos, uma condição só existente em ambientes aquáticos ou subterrâneos.

2. Os humanos são os únicos mamíferos bípedes. Essa transformação não ocorreria facilmente na savana africana, onde evoluíram os primeiros homens. Já na água, o corpo humano tende a manter essa posição.

3. A respiração do ser humano é diferente da de outros mamíferos, já que temos a capacidade de controlá-la voluntariamente. Tal como os mamíferos marinhos, podemos inalar o ar necessário para mergulhar e depois voltar à superfície para respirar.

4. Assim como os mamíferos aquáticos, e ao contrário dos terrestres, os humanos possuem uma reserva de gordura que retêm durante todo o ano.

5. As lágrimas, a sudorese excessiva e a porção de pele que separa o polegar do dedo indicador sugerem antepassados aquáticos segundo os adeptos da teoria.

6. Por último, nossa facilidade de nadar, em comparação à falta de jeito de muitos mamíferos terrestres na água, sugere que evoluímos de seres aquáticos.

Documentário

Há algum tempo atrás, o Animal Planet, que é um canal da rede Discovery, levou ao ar um documentário sobre a existência das sereias. Se  você quiser saber mais sobre, recomendo que você veja esse documentário:




Fontes: http://www.brasil.discovery.uol.com.br/enigma/seis-fatos-que-justificariam-a-existencia-das-sereias/
             http://filosofiaimortal.blogspot.com.br/2013/02/sereias-elas-sao-mito-ou-realmente.html
             https://www.youtube.com/watch?v=kgyFflUP1mM
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Diferenças entre Crocodilos e Jacarés

Diferenças entre Crocodilos e Jacarés


Para começar, eles pertencem a famílias diferentes. Os crocodilos são da família Crocodilidae e os jacarés, da Alligatoridae. Enquanto a primeira possui 14 espécies diferentes, a segunda se divide em oito espécies - entre elas, estão as dos gêneros Caiman e Paleosuchus, aos quais pertencem os jacarés brasileiros (não há crocodilos em nosso país!). Essas classificações, porém, são rótulos científicos que pouco dizem para nós, leigos. Na prática, é muito mais importante perceber como essas diferenças biológicas se manifestam na anatomia do animal. Os jacarés têm focinho largo e arredondado, enquanto os crocodilos têm a cabeça mais afilada. Além disso, os crocodilos possuem, nas escamas do ventre, os chamados poros glandulares - característica ausente nos primos jacarés. Os cientistas ainda não conhecem exatamente a função desses poros, mas especulam que possam servir para a simples troca de calor e água com o ambiente.

A diferença mais visível, porém, está nos dentes. "Todos os crocodilos apresentam o quarto dente do maxilar inferior hipertrofiado e encaixado numa cavidade lateral na parte externa da boca. Esse dente fica exposto mesmo com a boca fechada, ao passo que, nos jacarés, ele fica escondido dentro da boca", diz o biólogo Hussam Zaher, da USP. Tem mais: os dentes superiores dos crocodilos são alinhados com os inferiores - os dos jacarés, não.

Diferenças básicas entre o jacaré e o crocodilo

 

Fisicamente, é possível identificar esses animais apenas pelas diferenças anatômicas apresentadas por cada família.

Os jacarés apresentam o focinho mais largo e com formas mais arredondadas, ao passo que os crocodilos apresentam a cabeça mais comprida, e o focinho mais afilado.

Os dentes dos crocodilos são perfeitamente alinhados, sendo que os superiores acompanham os inferiores e vice-versa. Nos jacarés, isso não ocorre.

No ventre, os crocodilos apresentam escamas com poros glandulares, o que não aparece no ventre dos jacarés.


Fontes: http://www.colegioweb.com.br/trabalhos-escolares/biologia/diferencas-entre-jacare-e-crocodilo.html#ixzz3XfmgM8HN
              http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-a-diferenca-entre-crocodilo-e-jacare
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Como escolher seu bichinho de estimação

Como escolher seu Bichinho de Estimação

O primeiro passo na hora de escolher o seu animal de estimação é decidir o que você quer do animal. Se você quer um animal que lhe faça companhia em casa, não escolha um animal muito agitado. Se você quer um animal para acompanhá-lo em atividades mais agitadas, como corridas e passeios, não adianta escolher um animal como um gato, que é naturalmente “sossegado”. Se optar pela adoção de um animalzinho, esteja preparado para aceitar sua personalidade tal como ela é e esteja ciente da responsabilidade que está assumindo para não vir a abandonar o bichinho.
Depois, verifique que locais da casa ele vai ficar. Ele poderá entrar em casa ou ficará restrito ao quintal? Sua casa é grande ou pequena? É casa térrea ou é um apartamento? Animais de grande porte precisam de um quintal grande. Para ficar dentro de casa é necessário que o animal seja de pequeno porte.
Escolha o seu futuro bichinho de estimação com muita calma. Não tenha pressa, pois a adoção ou compra de um animal é quase como um casamento: ele ficará com você por muitos anos.
Se você tem filhos menores de três anos, escolha um peixinho ou um pássaro. Afinal, se criança dá trabalho, criança pequena mais animal de estimação acaba dando trabalho em dobro. Para pegar um cachorro ou um gato, espere que seu filho cresça um pouco para evitar acidentes nos quais tanto o seu filho quanto o seu animalzinho possam se machucar.

Se você adora cachorros e gatos, mas não tem pique para acompanhar um filhote, escolha um animal que tenha entre 1 e 5 anos. Ele já estará mais calmo e será tão bonitinho quanto um filhotinho.
Se optar por um pássaro, opte por uma espécie que possa ficar solta. Afinal, ficar em gaiolas é muito triste e o pássaro deve ser livre.
Verifique também se a adoção do animal que escolheu é permitida. Alguns animais silvestres não podem ser adotados, pois são protegidos por lei e manter um destes animais em casa configura um crime contra a natureza. Em alguns casos pode-se obter uma autorização, mas o melhor local para animais silvestres é o seu habitat.
Mais importante, além de amar seu bichinho de estimação, ame a todos os animais. Assim, você poderá escolher melhor, pois se amar os animais e escolherá um bichinho que não sofra ao ficar na sua casa.

Fonte: http://www.petrede.com.br/2014/animais/como-escolher-um-animal-de-estimacao/
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Animais em Risco de Extinção no Brasil

Animais em Risco de Extinção no Brasil


    Existem cerca de 650 espécies de animais em risco de extinção no Brasil.

  O Brasil é considerado um dos países mais ricos em biodiversidade. Contudo, existem animais presentes nas regiões brasileiras que podem ser extintos em poucas décadas. Segue abaixo a lista de alguns dos animais em extinção no Brasil:


Ararajuba

 
 Também conhecida como Guaruba, essa ave verde e amarela, existe somente na Amazônia e vem sofrendo com o tráfico e o desmatamento do bioma. (Espécie vulnerável)




Arara-azul


   Encontrada no norte do país, essa ave enfrenta problemas como o tráfico de animais, caça ilegal, desmatamento de seu habitat. Suas penas possuem grande valor no mercado internacional. (Espécie vulnerável)





Baleia-franca-do-sul

   
  Também conhecida como baleia-franca-austral, essa baleia, encontrada no litoral brasileiro, vem sofrendo com a caça, pesca, bem como a poluição das águas. Na época de ter os filhotes, as mães buscam águas mais quentes e rasas para darem à luz. (Espécie em perigo)




Cervo-do-Pantanal

 


 Considerado o maior cervídeo da América da Sul, esse animal além de ser encontrado no Pantanal, sua espécie vive também nos biomas da Amazônia e do Cerrado. O desmatamento e a caça ilegal são alguns dos problemas enfrentados pela espécie. (Espécie vulnerável)







Gato-maracajá



  Esse gato das florestas sofreu durante décadas com a caça para a venda de sua pele. Atualmente, o desmatamento é o maior problema enfrentado pela espécies uma vez que causou a destruição de seu habitat natural. (Espécie vulnerável)






Lobo-guará



   Encontrado no Cerrado, no Pantanal e nos Pampas, esse animal é considerado o maior mamífero canídeo nativo da América do Sul. A espécie enfrenta grandes problemas devido ao desmatamento de seu habitat. (Espécie vulnerável)





Macaco-aranha



   Encontrado nos estados do Mato-Grosso e do Pará, esse macaco enfrenta problemas como o desmatamento de seu habitat, caça ilegal e o tráfico de animais. (Espécie em perigo)






Mico-leão-dourado


   Seu habitat é a Mata Atlântica, contudo o mico-leão-dourado sofreu durante décadas com o desmatamento e o tráfico de animais, o que resultou na diminuição, quase total da espécie. Atualmente, devido aos projetos de reprodução em cativeiro, existem aproximadamente 1000 animais na floresta. (Espécie em perigo)





Muriqui-do-norte

 
 Considerado o maior primata das Américas, esse animal é encontrado somente na Mata Atlântica e sofre com o desmatamento da região e a caça esportiva. (Espécie criticamente ameaçada de extinção)






Onça Pintada


   Considerado o maior felino das Américas, esse animal vive na região do Pantanal e sofre com a caça dos fazendeiros que os matam para proteger seus rebanhos. Além disso, a pele da onça tem grande valor no mercado mundial. (Espécie vulnerável)





Saíra-militar


   Encontrada na Mata atlântica e na Caatinga, essa ave possui cores fortes e o grande problema enfrentado é o desmatamento das regiões e o tráfico de espécies. (Espécie em perigo na caatinga e vulnerável na Mata Atlântica)






Soldadinho-do-araripe
   

   Ave que vive na caatinga e sofre com o problema do desmatamento da região provocado, em sua maior parte, pela criação de gado, monoculturas e o crescimento desordenado das cidades. (Espécie criticamente ameaçada de extinção)






Tamanduá-bandeira


   Encontrado nos biomas da Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal, esse animal vem sofrendo com o desmatamento e as queimadas das regiões destinadas às plantações ou criação de gado. (Espécie vulnerável)






Tartaruga-de-couro


   Muita afetada pela pesca ilegal, essa tartaruga é considerada a maior espécie de tartaruga marinha do mundo. Além disso, em alguns países o consumo da carne e do óleo desse animal é legalizado, o que acarreta ainda mais os problemas de sua extinção. (Espécie criticamente ameaçada de extinção)





Tartaruga-oliva



   Essa tartaruga desova no litoral brasileiro, porém vem enfrentando muitos problemas como a caça ilegal, pesca acidental e a poluição das águas. (Espécie em perigo)








Uacari-branco


   Esse macaco é encontrado na Amazônia e sua principal característica física é sua cara vermelha. O principal problema enfrentado pela espécie é a caça ilegal e o desmatamento da região. (Espécie vulnerável)





Udu-de-coroa-azul




   Encontrada nos biomas da Amazônia, Pantanal e Mata atlântica, essa ave multicolorida vem enfrentando problemas com a perda de seu habitat por causa do desmatamentos das regiões. (Espécie em perigo na Mata Atlântica)







Curiosidade

• Outras espécies de animais ameaçados de extinção do Brasil ameaçadas de extinção: anta, ararinha-azul, falcão, flamingo, galito, jabuti, jacaré-de -papo-amarelo, jaguatirica, mico-leão-preto, mono-carvoeiro, mutum do nordeste, peixe-boi, pica-pau de cara amarela, preguiça-de-coleira, pirarucu, surucucu, tatu-bola, tatu-canastra, urubu-rei.

Principais causas da extinção de espécies no Brasil

   Muitas são as causas do desaparecimento das espécies, por exemplo, o tráfico de animais, o desmatamento, as queimadas, a caça predatória, a poluição, dentre outros.

   No Brasil, segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o número de espécies de animais que correm o risco de extinção são de aproximadamente 650, incluindo os animais terrestres e aquáticos; sem mencionar aqueles que já foram extintos, por exemplo, arara-azul-pequena e o minhocuçu.

   Além disso, segundo estudos, o Brasil lidera o ranking de espécies deaves em extinção sendo a Indonésia o segundo país. Para isso, a "União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais" (IUCN), criou em 1963 um inventário com o intuito de sistematizar o estado de conservação das espécies biológicas ameaçadas, de animais, plantas, fungos e protistas.

   Dessa maneira, a "Lista Vermelha da IUCN" (IUCNRedList), como é conhecida, divide-se em três grandes categorias compostas de subcategorias:

• Extinto: extinto e extinto da natureza
• Ameaçada: criticamente em perigo, em perigo, vulnerável
• Baixo risco: dependente de conservação, quase ameaçada, pouco preocupante

   No Brasil, em 2008, o Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Fundação Biodiversitas elaborou o "Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção", baseado nos critérios da IUCN.



   Nesse livro constam que 627 espécies brasileiras estão ameaçadas de extinção sendo que 13% são anfíbios, 10% mamíferos, 17,8% borboletas, 19% plantas e 21% dos peixes do mundo se encontram aqui.
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Diferença entre Lebres e Coelhos

Diferença entre Lebres e Coelhos

   Geralmente, as pessoas confundem o coelho com a lebre porque eles se parecem muito.

   Coelhos e lebres são mamíferos de orelhas compridas.

   Existem cerca de 28 espécies de coelhos, e por volta de 30 tipos de lebres. Eles pertencem à mesma família de animais, a dos leporídeos.

Onde vivem os coelhos e as lebres


   As diferentes espécies de coelhos e de lebres vivem em diversos ambientes por todo o mundo. Alguns tipos abrigam-se perto de arbustos. Outros podem ser encontrados em locais montanhosos, em planícies, em pântanos e até no gelado Ártico.

Características físicas


   Tanto coelhos como lebres possuem orelhas compridas. Eles também têm olhos grandes, dentes fortes e olfato sensível. O lábio superior é dividido em dois.

   Em geral, as lebres são maiores e mais pesadas que os coelhos. Elas medem de 20 a 50 cm de comprimento. Normalmente, as lebres têm orelhas mais compridas e patas traseiras maiores do que as dos coelhos.

   O pelo de lebres e coelhos é em geral marrom ou acinzentado. Muitas lebres costumam ficar brancas durante o inverno. A pelagem dos coelhos, porém, é da mesma cor durante o ano todo.

Comportamento

   Muitas espécies de lebres e de coelhos vivem sós. Algumas vivem em grupos em tocas subterrâneas chamadas coelheiras.

   Os coelhos e as lebres são vegetarianos e podem causar muitos danos a plantações.

  Aves de rapina, mamíferos e répteis são seus predadores naturais. Os coelhos e as lebres usam sua habilidade de correr e de saltar para escapar deles.

Reprodução


   As fêmeas de lebre podem ter duas ou três ninhadas por ano. A cada vez nascem entre um e sete filhotes. Os recém-nascidos abrem os olhos e conseguem saltar poucos minutos após o nascimento.

   As fêmeas de coelho também têm várias ninhadas ao ano; em cada uma delas nascem de cinco a oito filhotes. Os recém-nascidos são cegos e indefesos e ficam com a mãe por cerca de três semanas.